Ideias, lições e engenharia em público.
Notas de quem opera a blipee no dia a dia: como construímos a Sofia, decisões de arquitetura, o que aprendemos com clientes e onde estamos a falhar.
Publicados recentemente
O CSRD encolheu 80%. O pedido dos teus clientes, não.
O Omnibus tirou cerca de 80% das empresas do scope do CSRD. Mas a pergunta dos teus clientes, dos teus bancos e dos teus auditores não desapareceu. Mudou de remetente.
Não precisas de um BMS novo. Precisas de o pôr a falar.
Todos os fornecedores que entram na tua casa das máquinas dizem que o teu sistema é legacy. A verdade técnica é menos lucrativa: os dados já lá estão. O teu BMS não está velho. Está calado.
Uma IA que inventa o teu Scope 3 é pior do que não ter IA.
Pede a uma IA o teu Scope 3 e ela dá-te um número confiante, plausível, e errado. A pergunta certa nunca é o que esta IA sabe fazer. É o que ela faz quando não sabe.
Há um custo que não aparece na tua fatura.
Tens dois custos no edifício: o que aparece na fatura, e o intangível que decide o futuro. Saem do mesmo sensor. Mede uma vez, gere os dois.
O teu dashboard é um museu de problemas.
Detetar não é resolver. A maioria das ferramentas de smart building para no dashboard. Entre o sistema viu e alguém arranjou perde-se quase tudo o que interessa.
O caso de negócio dos edifícios inteligentes, sem os números inflacionados.
A brochura tem sempre o número-herói: 40% de poupança. É quase nunca o teu. O que paga mesmo é mais largo, mais aborrecido, e muito mais durável.