Estivemos dos dois lados. Por isso a blipee existe.
A maioria das empresas de software para edifícios e lojas é fundada por gente que nunca geriu um. Nós fizemos o caminho ao contrário: passámos a vida dentro destes espaços, e só depois construímos a ferramenta que nos faltava.
A blipee é a interseção de duas carreiras que vieram de lados opostos do mesmo problema.
Dois mundos, a mesma frustração.
Cida
A operação, por dentroA Cida conhece a moda de ponta a ponta. Começou no balcão, encantada pelas vendas, e foi subindo até gerir a operação inteira de um grupo — compras, produção, pessoal, comercial. Foi dona de fábrica e dona de lojas. Conhece o ciclo completo de uma coleção, do tecido à montra, porque o geriu de uma ponta à outra. Sabe, pela experiência e não pela teoria, o que é uma loja que serve bem quem entra — e o que custa uma que não serve.
Pedro
A tecnologia, por dentroO Pedro veio pela engenharia. Vinte anos a integrar tecnologia em edifícios, dentro das maiores empresas de automação do mundo, da operação à direção de negócios em vários países. Aprendeu a fundo como funcionam os sistemas que gerem um edifício — e viu, projeto após projeto, porque é que paravam sempre no mesmo sítio: muita medição, pouca decisão.
Dois percursos diferentes, a mesma cena repetida de ângulos opostos: espaços cheios de dados, e pessoas a decidir às escuras.
O que nos trouxe aqui.
Vimos demasiadas vezes o mesmo desperdício. O gestor que sente que algo está errado e não consegue prová-lo. A equipa que só descobre o problema quando o cliente já saiu zangado. O relatório de sustentabilidade montado a fingir, com números em que ninguém acredita. Tecnologia a mais, decisão a menos.
A certa altura percebemos que ninguém ia resolver isto por nós — e que tínhamos, entre os dois, exatamente a combinação que o problema pedia: quem conhece a operação por dentro e quem conhece a tecnologia por dentro. Construímos a blipee porque é o que gostávamos de ter tido quando o problema era nosso.
O que nos move.
Não vendemos software. Usamo-lo para devolver às pessoas a parte que importa: ficamos com o trabalho chato — vigiar, cruzar, reportar — e devolvemos a decisão, tomada com factos e não com achismos.
Medimos o que normalmente ninguém mede, porque é aí que está o que decide o futuro de um espaço: o conforto de quem lá trabalha, a experiência de quem entra, o peso real no planeta. Um espaço bem gerido nota-se na conta da luz — mas nota-se ainda mais nas pessoas que ficam, nos clientes que voltam e no impacto que deixa de fazer.
E os dados não servem para nos substituir, servem para nos tornar donos. Quem percebe os seus números, decide melhor — e é por isso que pomos a informação nas mãos de quem opera, em vez de a guardar numa caixa preta.
Como trabalhamos.
Da forma como gostávamos que trabalhassem para nós. Construímos com critério, não com atalhos. Cuidamos de quem trabalha connosco. E ouvimos — a sério — toda a gente com quem falamos, porque as melhores ideias da blipee vieram quase todas de uma conversa com quem vive o problema.
Queres conhecer-nos a sério?
A melhor forma de perceber a blipee é ver o que ela faz com os teus dados. Marca uma demo — falas connosco, não com um guião.